29 de dez. de 2015

Esperando o ano acabar - caderno de rascunho


Sal Paradise - caderno de rascunho


caderno de rascunho

Antonio das mortes

Angela Davis - super-heroína preta contra a corja racista


Depois de Herriman, Segar, Crumb, Kurtzman...

Calor da porra!


quem nunca

sei lá...

3 de dez. de 2015

28 de out. de 2015

Macabéa


Macabéa, personagem do livro A Hora da estrela, de Clarice Lispector.

16 de out. de 2015

Burroughs


BURROUGHS.
Graphic Novel.
Um gênio da literatura. Um visionário. Um ocultista. Um paranóico delirante. Um violento psicopata. Um viciado. Um herói. Um assassino. Esta história em quadrinhos é um mergulho no universo de um dos mais brilhantes, intrigantes e perturbadores escritores do século XX. João Pinheiro transforma a biografia, os pensamentos e as alucinações de William Burroughs em uma história cheia de suspense, um romance policial que tem revoluções e alienígenas, e onde o humor se mistura com o terror.

11 de out. de 2015

A ilusão revolucionária de William Burroughs


A ilusão revolucionária de William Burroughs

João Pinheiro e a busca filosófica do escritor norte-americano
Um pouco de filosofia talvez ajude a explicar esta pequena-grande história em quadrinhos (Burroughs, Veneta, 128 págs., R$ 39,90) em torno da obra e, portanto, dos tormentos de William Burroughs. Morto em 1997, aos 83 anos, o escritor norte-americano presenciou aaventura beatnik até seu aprofundamento.
Em 1951, matou com um disparo acidental de revólver a esposa Joan, fato que ligou ao verdadeiro início de sua carreira como escritor. Principalmente, e tantas vezes por meio de drogas alucinógenas, procurou, em tudo o que estivesse à margem seu centro, uma realidade superior à oficial, burguesa e consumista, esta com a qual ele não imaginava ser possível compactuar.
A revolução de Burroughs como artista foi a de principalmente destinar à palavra um papel construtor, como se a linguagem criasse tudo o que somos e vemos, e só ela pudesse nos salvar. 
Era seu modo de ver as coisas, apoiado em tempos diversos por filósofos como Richard Rorty, mas negado por artistas populares à moda do cineasta Woody Allen, para quem a realidade ainda seria o único lugar possível onde comer um bom bife. Burroughs teria preferido, ao contrário, conferir ao real o status revolucionário de ilusão.
João Pinheiro, autor de Kerouac, em 2011, pela Devir, e cujo trabalho se viu publicado na Argentina e nos Estados Unidos, sintetizou com inventividade os passos e a busca daquele que às vezes assinava William Lee. Na história em quadrinhos Burroughs, está descrito o modo pelo qual a escrita libertou seu autor.  
Com equilíbrio gráfico, domínio narrativo e expressão poética, esse desenhista brasileiro buscou auxílio na imagética ficcional kafkiana e representou sem temor a grande barata como companheira de reflexão de seu personagem. É ela o ser inconsciente, engrandecido e ambíguo que lhe confidencia a existência de um universo alternativo a ser perseguido, tanto quanto dos meios para controlá-lo. Se a realidade é de quem a vê, os olhos de Pinheiro são muito bons. 

5 de out. de 2015

3 de set. de 2015

Book Trailer - Burroughs, de João Pinheiro





Um gênio da literatura. Um visionário. Um ocultista. Um paranóico delirante. Um violento psicopata. Um viciado. Um herói. Um assassino. Esta história em quadrinhos é um mergulho no universo de um dos mais brilhantes, intrigantes e perturbadores escritores do século XX. João Pinheiro transforma a biografia, os pensamentos e as alucinações de William Burroughs em uma história cheia de suspense, um romance policial que tem revoluções e alienígenas, e onde o humor se mistura com o terror.

26 de ago. de 2015

Até no lixão nasce flor.




Até no lixão nasce flor.
Bico de pena e pincel.
São Paulo - 2015
2015 © João Pinheiro

20 de ago. de 2015

Exposição Sala Aberta


Resenha do evento: 

É com muita alegria que divido com vocês a notícia de que estou abrindo a sala da minha casa. A Sala Aberta é um espaço que venho elaborando há alguns anos e começa agora a ganhar forma. A sala está aberta para a rua, para atividades diversas e encontros inusitados e aberta para que artistas mostrem seu trabalho sem formalidades, com aquela sensação de "lá em casa”.

Após as viagens que fiz com o Cidades para Pessoas por lugares como São Francisco, Portland e Berlin, conheci espaços inspiradores que reuniam características de galeria, loja, ateliê e café sem muita pretenção mas com muito bom gosto. É dessas referências que bebo para lançar a Sala Aberta. Ficamos numa casinha em Perdizes, sem garagem, de porta direto na calçada. Estamos em comunicação direta com a rua e os móveis na calçada fazem parte da nossa sala.

Agora nos preparamos para o lançamento da Sala Aberta com uma exposição de desenhos e cadernos de desenho em pequeno formato. Reuni desenhistas que admiro para fazer do espaço um lugar para exposição e venda de desenhos e gravuras, cartazes, publicações.


Juliana Russo.