RUAS, POSTES E POEIRA...
Pátio do Colégio
Desenho feito ontem, no centro de São Paulo. Eu estava sentado junto a um amigo, no meio do Pátio do Colégio, ao pé do monumento "Glória Imortal aos Fundadores de São Paulo".
Esse prédio maior, do centro (que ficou meio confuso) é onde fica a "Comissão Municipal de Direitos Humanos".
Já estou acostumado a desenhar na rua, há muito tempo, e gosto da interação que sempre rola com quem passa e para para dar uma olhada e conversar, mas ontem foi um dia atípico e houve momentos em que se formaram verdadeiras multidões em volta da gente. Todo mundo querendo saber por que dois sujeitos se movem até um ponto da cidade, se sentam e começam a desenhar. Aí surgem as questões: "Isso é trabalho?" "Vocês são estudantes?" "Por que estão fazendo isso?" "Fazem retratos também?" "Tem face?" "Vocês falam assim que nem a gente?" ha ha ha ha... essa foi demais. Fomos fotografados e concedemos entrevistas a estudantes de arquitetura e ainda fomos filmados por um cara que tem um blog e estava visitando o centro para escrever sobre o local. Muitas histórias. Mas acho que já escrevi demais, enfim: Uma maravilha de dia!!!
Esse prédio maior, do centro (que ficou meio confuso) é onde fica a "Comissão Municipal de Direitos Humanos".
Já estou acostumado a desenhar na rua, há muito tempo, e gosto da interação que sempre rola com quem passa e para para dar uma olhada e conversar, mas ontem foi um dia atípico e houve momentos em que se formaram verdadeiras multidões em volta da gente. Todo mundo querendo saber por que dois sujeitos se movem até um ponto da cidade, se sentam e começam a desenhar. Aí surgem as questões: "Isso é trabalho?" "Vocês são estudantes?" "Por que estão fazendo isso?" "Fazem retratos também?" "Tem face?" "Vocês falam assim que nem a gente?" ha ha ha ha... essa foi demais. Fomos fotografados e concedemos entrevistas a estudantes de arquitetura e ainda fomos filmados por um cara que tem um blog e estava visitando o centro para escrever sobre o local. Muitas histórias. Mas acho que já escrevi demais, enfim: Uma maravilha de dia!!!
Avenida Itaquera
Avenida Itaquera. Agora a pouco. Em meio ao barulho dos carros, árvores, folhas caídas, lixo e formigas vermelhas.
Retratinho
Não. Eu deixei ela lá. Não tinha o que fazer mais não.
- Você mente e ri - ela falou. - Vou embora. Assim mesmo, na lata, de queixo firme. Hã? Nem precisava dizer que não aguentava mais. Seus olhos diziam. Mas aquela lá não gostava de chorar na frente de ninguém.
Fui muito burro, essa é a real. O mundo ensina o que a gente não quer ouvir. É triste a partida né? Bagulho chato pracaraí! Saí sem olhar pra trás porque senão não me guentava. Fui pro rumo contrário do dela, praquele lado de lá, sabe? Lá onde fica a fabriquinha de saco plástico que eu trabalhei, lembra? Nem sei porque, mano, tava sem rumo acho. Derrubei seu retratinho pelo caminho... uma judiação.
Quando eu conheci? Conheci ela a milianos, vixe. Ela tinha uns 17 anos e eu uns 18 ou 19. Foi lá na firma, na hora do almoço. É, foi. Depois sentamos na calçada e bebemos café num copo de plástico. Loko lembrar. Parece pouco né? Fomos eternos naquela tarde, mano. Isso vai continuar acontecendo pra sempre. Tá entendendo? Aqui ó, na minha mente. Se liga nas ideia: Dura o quanto tem que durar e depois acaba, assim, que nem um vento varredor. É a vidaaaaaaa, companheiro... É maninho, tem que ter cabeça véi. E eu nem curto ficar lamentando e nem nada, então...
Vamo nessa! Chega de conversero! Que ainda quero encher essa laje é hoje, maninho, e de qualquer jeito.
Ah! Se liga: Beijei ela, pela primeira vez, ali ó, detrás daquele muro escuro caindo aos pedaços.
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conto
Bill Evans
"A mente universal de Bill Evans". Documentário com legendas em castelhano. Bill Evans e o seu irmão Harry Evans falam sobre jazz, improvisação, e suas concepções de ensino e auto-aprendizagem. Um manifesto artístico. Pérola para começar bem a semana! Abraço a todos!
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