26 de ago de 2015

Até no lixão nasce flor.




Até no lixão nasce flor.
Bico de pena e pincel.
São Paulo - 2015
2015 © João Pinheiro

20 de ago de 2015

Exposição Sala Aberta


Resenha do evento: 

É com muita alegria que divido com vocês a notícia de que estou abrindo a sala da minha casa. A Sala Aberta é um espaço que venho elaborando há alguns anos e começa agora a ganhar forma. A sala está aberta para a rua, para atividades diversas e encontros inusitados e aberta para que artistas mostrem seu trabalho sem formalidades, com aquela sensação de "lá em casa”.

Após as viagens que fiz com o Cidades para Pessoas por lugares como São Francisco, Portland e Berlin, conheci espaços inspiradores que reuniam características de galeria, loja, ateliê e café sem muita pretenção mas com muito bom gosto. É dessas referências que bebo para lançar a Sala Aberta. Ficamos numa casinha em Perdizes, sem garagem, de porta direto na calçada. Estamos em comunicação direta com a rua e os móveis na calçada fazem parte da nossa sala.

Agora nos preparamos para o lançamento da Sala Aberta com uma exposição de desenhos e cadernos de desenho em pequeno formato. Reuni desenhistas que admiro para fazer do espaço um lugar para exposição e venda de desenhos e gravuras, cartazes, publicações.


Juliana Russo.

4 de ago de 2015

Invisibilidade


Paixão de João Antônio



Lendo a biografia "Paixão de João Antônio" de Mylton Severiano e ainda mais apaixonado por esse escritor que passou seus dias por aqui atracado com a vida. Em uma carta, de 12/12/93, ele escreveu:

"ONDE ENTRA O AMOR, AS LEIS SÃO DISPENSÁVEIS"
Temos que começar a educar a "elite" para que ela perca as aspas e vire gente. Há um abismo entre ela e os nativos (pretos, mulatos, mestiços, índio, pobres: o povo)..."

Sua utopia está longe de se concretizar.

2 de ago de 2015

A caminho da escola


Desenho que fiz para o artbook ENTRELINHAS URBANAS, da editora Sê-lo, representando o distrito da Cidade Líder.
2015 © João Pinheiro

Guerreira

Aqui, mostramos alguns estudos preliminares de nossa personagem querida, Carolina Maria de Jesus.



A Margem


Homenagem ao mestre Ozualdo Candeias.