22 de jul de 2011

Abertura do Urban Sketching Symposium


 Terceiro dia na capital portuguesa, foi bonito chegar cedinho e ver, no pátio da Universidade de Belas Artes de Lisboa, tantos desenhistas reunidos provindos de diversas partes do globo. Logo de cara me deparei com o sketckbook do Gérard Michel, inacreditável, todos concordamos que ele é um deus do traço, um deus simpático e sorridente.

De lá fomos todos para o auditório onde o Gabriel Campanario e Isabel Fiadeiro deram as boas-vindas e falaram um pouco sobre este encontro.





Feito isso, cada instrutor se reuniu com sua respectiva turma de alunos. Fui até onde estava Frank Ching e o Pedro Cabral. O workshop dos dois se chama “Explorar o Chiado” e visa levar aos alunos a descobrir, através do processo do desenho e do contato com o local, descobrir o que leva o Chiado a ser um local tão especial e único.





Sua turma reunia arquitetos, designers e professores. Feitas as apresentações fomos para o Chiado desenhar. Conheci a professora Marina, brasileira radicada em Portugal há mais de 35 anos. Desenhamos lado a lado e conversamos um pouco sobre o Brasil e Portugal.



No desenho abaixo vocês podem ver a Marina em primeiro plano e o Eduardo Bajzek sentado no pé do monumento desenhando.



O Gabriel Campanario chegou por ali e juntos seguimos para o Cais do Sodré onde o Eduardo Salavisa e a Mônica Cid estavam ministrando o workshop de “Captar movimentos com esboços rápidos”. No caminho, íamos admirando a bela arquitetura lisboeta. Chegamos ao local e encontramos um grupo reunido debaixo da sombra de uma árvore, todos juntos pra se esconder do Sol, que a essa hora estava muito forte. Dentro da estação me encontrei com o Eduardo Salavisa que me explicou um pouco sobre os exercícios que eles pediram para os alunos: desenho gestual, rápido, tentando captar os movimentos. Peguei meu caderno e comecei a rabiscar enquanto outras pessoas também me retratavam desenhando; comecei a fazer o mesmo e logo a coisa toda parecia um duelo de canetas. Calor, calor, calor...


Paramos para almoçar e voltamos a nos encontrar às 14h30, mas antes conheci o Nuno, um cara muito legal que me deu uma rápida aula de história portuguesa, me explicou porque existem tantos Nunos em Portugal e tão poucos ou nenhum na Espanha... mas essa história é longa, no entanto, se quiser saber mais, pergunte para o Nuno. Valeu, Nuno!
Almoço rápido. Encontrei o Pedro Fernandes no restaurante. Batemos um papo, pretendo visitar seu workshop amanhã. Assistimos a duas palestras no auditório “Do desenho em grupo à exibição colectiva” com a Tia Boon e “Passando, parando, caminhando: desenho urbano em contexto”. Terminada a palestra, segui para o workshop “Capturar atmosferas”, nas Escadinhas do Duque, com Norberto Dorantes e Mário Linhares, também dois mestres... Ufa... Amanhã tem mais.

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